quarta-feira, 13 de abril de 2016

Nossa vida “em terra” e Kuala Lumpur capital da Malásia

Olá povo do mar, de terra e sei lá mais de onde.

Para quem está chegando agora, já completamos nossa volta ao mundo e estamos em Vitória-ES desde então. A nossa vida ficou tumultuada de um jeito que estou ficando doidinha. Agenda, tive que comprar uma agenda depois de tantos anos.

Exames médicos, tratamento dentário, tempo com a família, documentos para renovar etc. Minhas melhores amigas só vi uma vez em quase três meses na cidade. Com tantos afazeres o blog vai ficando de lado. Sorry!

Domingo passado dei minha primeira palestra em grande estilo, pelo menos para mim, no Salão Náutico do Rio de Janeiro. Gente, falei quase duas horas (e falaria mais se tivesse mais tempo) com o auditório lotado. Estou rindo a toa até agora.

Então, vou tentando manter vocês informados do nosso presente e postando o restante da nossa viagem em respeito a quem nos acompanha desde o início, ok?!

Kuala Lumpur- Capital da Malásia

 Kuala Lumpur também conhecida pelo apelido carinhoso KL  é a capital da Malásia e vem se modernizando na tentativa de receber mais turistas. Com a grana que o governo está investindo em novas atrações e a população que nos receberam de braços abertos + sorrisos nos rostos, é questão de tempo a Malásia bombar.

No centro de atendimento ao turista de Lumut, sentimos como eles estão levando o turismo realmente a sério. O atendimento foi tão bom que deu vontade de conhecer todo o país!

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Deixamos o barco fundeado em frente ao Iate clube de Lumut, um local seguro, com o fundo de areia muito bom e fomos de ônibus para a capital Kuala Lumpur. Ônibus de dois andares  deslizava em uma estrada em perfeito estado de conservação, cercada por plantios de eucalipto e seringueiras. Chegamos na rodoviária perto do bairro chinês de lá e nos hospedamos em um hotel simples (US$ 50 diária). Ao lado do hotel havia um templo indiano que vivia lotado.

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Do nosso hotel avistávamos de looonge, O Menara KL, uma torre que tem um famoso restaurante 360 graus em seu topo.

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As Petronas Towers, são as  torres gêmeas mais altas do mundo, o cartão postal do país. Essas torres são a sede da empresa petrolífera da Malásia “Petronas”. Conseguir um bom ângulo para tirar foto nas torres sem ser atropelado é tarefa para ninja.

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O governo oferece o ônibus GO KL totalmente grátis que percorre vários pontos turísticos do centro da cidade. Basicamente ficávamos andando de ônibus e usando a “viação canelinha” ou seja, caminhávamos muito!  Passamos bons momentos de bobeira, sem pressa, só observando…

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Fiquei impressionada com a quantidade de motos nas ruas de todos os países asiáticos que passamos. Mais impressionada ainda, como os motoristas se respeitam e de praticamente não haver roubos de veículos. É comum os motoqueiros deixarem as chaves das motos na ignição e os capacetes pendurados sem cadeados.

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Nos shoppings haviam bibliotecas públicas com acesso a internet grátis, tudo custeado pelo governo. Fiquei um tempão lendo com atenção a placa de proibições.

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E a comida Guta?

Bem, a comida maláica nós não gostamos. Pelo menos os pratos que experimentamos foi sempre a mistura de pimenta+ molhos agridoces. Então Fausto se jogou nos restaurantes chineses e eu que já estava desidratada de tanta dor de barriga ficava só no Mac fish do Mac Donald.

Os restaurantes chineses eram bons-bonitos-baratos.

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Fomos de ônibus para a Batu Caves, 17 km ao norte da capital. A viagem foi rapidinha e o legal é que passeamos por bairros da periferia que normalmente os turistas não vão. Em todos eles as casas eram bonitas, ruas limpas, calçadas e estradas bem conservadas… senti uma pontinha de inveja!

A Batu Caves são três cavernas que possuem formações geológicas com mais de 400 milhões de anos e como se não bastasse, construíram um templo hindu Murugan com uma estátua dourada de sua imagem com  43 metros de altura. Para vocês terem uma ideia do tamanho, o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, sem o pedestal tem 30 metros de altura. São mais de 250 degraus + calor + umidade até chegarmos quase mortos ao templo com vários macacos ladrõezinhos no caminho. Os pestinhas são sagrados para os hindus e fazem a festa com os turistas que dão bobeira.

Durante o Festival Hindu de Thaipusam, (Hindu-religião dos indianos) mais de um milhão de devotos e turistas saem em procissão do centro de Kuala Lumpur em uma caminhada de até oito horas para chegarem até as Batu Caves. O lugar impressiona, é lindo!

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Para terminar, todos me chamam pelo meu apelido, Guta, mas o meu nome é Maria Augusta. De acordo com Fausto a única Maria que ele conhece que não é santa hehehehe. Não resisti e juntei essas duas marcas que conheci por lá. 

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Cada coisa né não?! rsrsrsrs

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